Não tem por onde começar, por isso já afirmo de primeira.
Pois bem, a primeira vez que estive no Rio de Janeiro foi em 2005. O Marcos, um amigo na época, me convenceu de irmos passar o natal e conhecer algumas pessoas. Ele fez a reserva de um quarto com 2 camas de solteiro, na Lapa, no Rio's Nice Hotel, que fica na Rua Riachuelo. Próximo da Central do Brasil e de muita coisa.
Virginia, que faz aniversário no mesmo dia que eu, 3 de Maio. Alex, que até hoje não sei o que dizer. Michel, um grande parceiro. Marcos, uma duvida.
Eu, um garoto.
Foram muitos momentos, do dia 9 de Dezembro ao dia 22 de Dezembro. Como passar a noite assistindo filmes (ou tentando em meia diversão que fazíamos sem o tempo), dormir no chão, acordar tarde, ir para o Arpuador, o Garage, comer batata-frita, tirar fotos, festas, lugares, aventuras, etc etc etc.
Tudo passou, e tudo foi. Como descrição e/ou prescrição médica: tudo passa e nos serve de experiências, na lembrança, na memória no espírito e na alma, (no caso, o espírito é o caminho que nos interliga com as demais objeções, e a alma: nós). Não coloco aqui a opção de boa ou ruim. Mas, de lembranças inesquecíveis. Os que me conhecem já sabem que nem sempre lembro de tudo. Mas, acho que não é possível, ou depende da maneira como cada um registra os seus acontecimentos.
Outras idas aconteceram, tudo mudou, as pessoas se mudaram. Mas a imagem, a imagem de tudo, ainda existe.
- - -
Volto ao Rio neste Dezembro de 2008. Na rodoviária o Michel me buscará, talvez a Virginia. E talvez o Rodrigo. E tudo, a imagem, só serve agora, para nos levar de novo aos mesmos lugares.
Pois bem, a primeira vez que estive no Rio de Janeiro foi em 2005. O Marcos, um amigo na época, me convenceu de irmos passar o natal e conhecer algumas pessoas. Ele fez a reserva de um quarto com 2 camas de solteiro, na Lapa, no Rio's Nice Hotel, que fica na Rua Riachuelo. Próximo da Central do Brasil e de muita coisa.
Virginia, que faz aniversário no mesmo dia que eu, 3 de Maio. Alex, que até hoje não sei o que dizer. Michel, um grande parceiro. Marcos, uma duvida.
Eu, um garoto.
Foram muitos momentos, do dia 9 de Dezembro ao dia 22 de Dezembro. Como passar a noite assistindo filmes (ou tentando em meia diversão que fazíamos sem o tempo), dormir no chão, acordar tarde, ir para o Arpuador, o Garage, comer batata-frita, tirar fotos, festas, lugares, aventuras, etc etc etc.
Tudo passou, e tudo foi. Como descrição e/ou prescrição médica: tudo passa e nos serve de experiências, na lembrança, na memória no espírito e na alma, (no caso, o espírito é o caminho que nos interliga com as demais objeções, e a alma: nós). Não coloco aqui a opção de boa ou ruim. Mas, de lembranças inesquecíveis. Os que me conhecem já sabem que nem sempre lembro de tudo. Mas, acho que não é possível, ou depende da maneira como cada um registra os seus acontecimentos.
Outras idas aconteceram, tudo mudou, as pessoas se mudaram. Mas a imagem, a imagem de tudo, ainda existe.
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Volto ao Rio neste Dezembro de 2008. Na rodoviária o Michel me buscará, talvez a Virginia. E talvez o Rodrigo. E tudo, a imagem, só serve agora, para nos levar de novo aos mesmos lugares.


O bom de ter conhecido o Michel,
ResponderExcluiré que além de descobrir que posso amar outra pessoa é que Através dele,
conheci pessoas queridas e marcantes como você.
Saudades querido
x
meu namorado pelando muito meu saco ^^
ResponderExcluiralgumas dessas vindas foram inesquecíveis, já outras preferi esquecer.
mas sempre acontece tudo de forma completamente diferente.
e que venha logo o dia 26.
Enfim... as coisas sao o que são... Um dia voce entenderá, ou simplesmente nem vai pensar mais em mim ou em nós...
ResponderExcluirSomos feitos de lembranças... Nós envelhecemos e deixamos de existir, como se nunca tivesse acontecido... Há algum tempo eu queria registrar cada momento na história, mas hoje decido que será melhor para todos, especialmente para mim, apenas deixar fluir, transbordar e secar...
O que eu acho engraçado são as pessoas que se sentem superiores, eu simplesmente não quero mais lembrar de pessoas desse tipo... Então esse é o nosso adeus... 3 é um numero bom... 3 anos foram suficientes para aprendermos bastante um com o outro... E agora tudo se acaba... Na verdade, nunca houve nada, só duas crianças que achavam que poderiam ser heróis e salvar a si mesmo com suas ideias crueis e bobas... Então é isso, junto como o destino escreveu... Eu não quero ver, mesmo de longe a hipocrisia que algumas pessoas vivem e te mostra como se fosse um lindo sonho... Te amo...