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06 Setembro 2007

Muitas situações na rua me provocam, me deslocam, e a sorte de estar de frente com essas pessoas, jaz o Por Quê de tal cabimento.

Sempre partido de ousadias, de sempre à minha paralela vontade de ouvir e analisar com o que já tenho: o mais simbólico e contundente de meus sonhos, desejos e provérbios que dançam dentro de mim.

Às vezes de tão companhia, de um agradecimento, ou gesto, que exemplifica uma geração inteira de viagens e comunidades a partir de suas autorias.

Tanto já fez de crise, de louco e de puto, de desejo, de pergunta, de fome e tormento, é como a forma de falar que eu me podo, e aos poucos, digo, tudo torto, tudo longe e de modo que só eu entenda, o tanto, o pouco, o muito e tonto significado do amor: Eu e meus desejos Comungais.

02 Setembro 2007

__Um Velho

Tão complexo essa loucura de realidade com universo dentro.

Sumir distante onde os olhos não podem ver.

Só focar o produto imaginário de inconstantes fadigas.

E lá lubrificar com bebidas quentes para entrar no portal gasoso de desempenhar aqueles desenhos um tanto figuráveis demais para sua personalidade.

Matem-nos de fama e pensares novos paraguaios.

Rotular a noite como uma fuga.

Um terreno florido, embaixo insetos nada carinhosos.

Ele quer o diploma de gentileza, uma vidreira igual as outras.

Projeção de dinheiro na conta bancária.

E nada mais.

Atentado fino de uma pose nada invejável.

Só onde o medo se esconde do alvoroço que sua mente cria neste momento.

desiludir-me , afogar-me.

Identificação de qualidade,
tão distraído como um sinal romântico para alguém pensando naquele pecado.